Dia. Colegas de trabalho. Surpresa. Uma das chefes do departamento - que parecia uma pessoa amarga e desinteressante - morou em Itacaré, tem 2 filhos adolescentes que são simplesmente alucinados por cultura japonesa (como fui na minha própria adolescência) e é uma pessoa sofrida por ter perdido seu marido para o câncer após 13 anos de um casamento feliz, quando ele tinha apenas 36 anos.
Há opções quando um acontecimento ruim bate com tudo no nosso peito a ponto de nos tirar o chão. Podemos sofrer e ao mesmo tempo lutar com todas as forças para superar e seguir; podemos sofrer e sofrer e esquecer que um dia houve felicidade.
Tenho ouvido tantas histórias de tantas pessoas que não conheço mas que convivo por força das circunstâncias, vividas com dor e superação. Vividas com intervalos, esperas e a tão aguardada hora da glória.
Dói esperar quando não se sabe o que vem. Mas a dor diminui ao pensar nas milhares, bilhares de pessoas que batalham todos os dias para que seus sonhos, objetivos, e até mesmo perdas sejam (respectivamente) realizados/alcançados/ superados.
Eu posso esperar e não sofrer com o desconhecido amanhã... basta paciência e fé.
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